Lendo em Fernando de Noronha
Hoje é domingo e me parece um dia ideal para postar a inspiradora homenagem de Luquinhas ao Menos um na estante.
Ele tirou a foto durante uma temporada em Fernando de Noronha, a ilha turística aqui em Pernambuco. O livro? Quinta Avenida, às 5 da Manhã, sobre o filme Bonequinha de Luxo.
Então, arrume seu cenário inspirador agora – basta um cantinho aconchegante -, saia da internet e abra um livro.
Menos um na estante em 2013: ganhadores
Vamos ao resultado da promoção Menos um na estante em 2013? Comecei pensando em dizer como foi difícil escolher os ganhadores, mas apesar de ser verdade prefiro descrever como foi prazeroso ler, um por um, todos os depoimentos de vocês. Eles falam sobre amor à leitura, sobre o afeto com os livros físicos e sobre a relação das histórias deles com a vida de vocês. A coisa mais linda.
Fiquei com vontade de ler cada um, até uns que eu a princípio não abriria. Por isso, além dos dois ganhadores principais, eu decidi que todos os outros que participaram até o dia 11/01/2013, o prazo final da promoção, vai ganhar um marcador de página Menos um na estante. :)
Parabéns aos ganhadores:
E os seus depoimentos:
“On the road” (o manuscrito original), de Jack Kerouac, para me mostrar porque preciso, de uma vez por todas, largar tudo e pegar a estrada.
Por Luisa Soler
Ganhou: Kit 1: livro Cachalote + ecobag Paris + marcador de página #menos1naestante
Responder à sua pergunta me trouxe uma dúvida que não achava possível. São tantos sempre os livros para ler. Mas olhei as estantes, procurei na lista de desejos, nos autores favoritos, nos livros ao lado da cama e que estão à frente da fila de leitura… mas nenhum deles entrava na questão – estou, esses dias, num vazio de livros que pareçam me tocar a alma. Então me inspirei no que você escreveu e no chamado incentivo, que me levou de volta à Shakespeare and Co. de Paris, onde estive no ano passado. O labirinto de histórias que nos confrontam em cada passo que damos ali dentro e as que entram pelas janelas da biblioteca de Sylvia Beach. Assim, o livro que não ficará na estante para mim este ano é Time Was Soft Ther (Um Livro por Dia), de Jeremy Mercer. Dessa forma, já que cara realmente é a passagem, eu chego lá novamente este ano, na viagem surreal que é ler.
Por Adriana Moellmann
Ganhou: livro Chabadabadá + ecobag Chile + marcador de página #menos1naestante
Leia mais
O mundo de Tolkien na pele

Imagina? Todo o mapa da Terra Média nas costas.
O Hobbit, de J. R. R. Tolkien, é a minha leitura atual e tenho curtido bastante. Entrei de vez na aventura com o sr. bolseiros, os anões, e Gandalf, para vencer o dragão Smaug e recuperar a terra dos pequenos. No meio do caminho pelas florestas e montanhas, orcs e os lobos wargs. Então, por causa de Dulche, dei de cara com uma seleção do Flavorwire de 20 tatuagens inspiradas nas histórias de Tolkien e escolhi as mais interessantes. Você pode ver todas aqui.

A tatuagem ficou linda, e a foto também. Trecho do A Sociedade do Anel.

A capa original de The Lorg Of The Rings. Essa leva a uma associação imediata.

Smaug. Acho que é a primeira tatoo de dragão que eu curto.

The White Tree of Gondor, tão linda.
Outro post sobre O Hobbit:
>> O Hobbit, o filme depois do livro
Dividindo a atenção, ou não
Quadrinhos do Doghouse Diaries, para começar a semana achando graça. Um achado do Oswaldo Gama Jr.
Kindle: entrei de vez no mundo dos e-books
É oficial, agora faço parte do maravilhoso mundo dos e-books! Ganhei um Kindle e estou cheia de expectativas. Mas antes que alguém se assuste: não, o blog não vai virar “menos um na estante virtual”. Não tenho a menor intenção de usar o e-reader para substituir os meus livros em papel. Não acho que precise ser assim.
A minha ideia é que o dispositivo da Amazon esteja sempre à mão com alguns e-books dentro, para que o tempo que eu tiver disponível possa ser direcionado para a leitura. Na hora do almoço ou na espera do banco, por exemplo. Ter sempre um livro à mão ajuda a ler mais, e agora com o leitor digital vai ficar mais fácil.
Tenho que dizer que, de cara, adorei o gadget. Chegou numa caixinha bem linda, toda organizada (um estilo Apple), e o funcionamento é bem simples. Vem com um mini manual, mas logo que você liga o equipamento tem acesso a um guia mais completo no formato e-book. Faz uma configuração básica com hora local, idioma, login na Wi-Fi e na conta da Amazon.
Automaticamente, ele puxou o livro Inverdades, de Alex Luna (yey!), que eu tinha na biblioteca da Amazon americana. Quando entrei na loja de e-books via Kindle para adquirir mais alguns títulos só apareciam todos em inglês. Então precisei ir no site da Amazon no computador e transferir a minha conta para a amazon.com.br, o que não me impede de comprar livros em inglês. Também é importante configurar a conta para compra por 1 clique, adicionando algum cartão de crédito, e assim desfrutar do “comprar livro em qualquer lugar”.
>> Leia resenha sobre Inverdades, pequenas manifestações divinas em folhas de chá, marcas de sangue e manchas de batom, de Alex Luna.
Chegou a hora de adicionar livros à minha biblioteca. Com o Kindle, a gente ganha um e-mail para o qual enviamos conteúdo para entrar no dispositivo. Então enviei alguns PDFs de livros que eu tinha e automaticamente (com ele conectado na Wi-Fi) eles apareceram na biblioteca. Só que a exibição de PDFs é bem inferior ao .AWZ, formato de e-book do Kindle. Por exemplo, as funções de passar a página, grifar, consultar no dicionário e aumentar a fonte ficam comprometidas.
Então para comprar o primeiro e-book, passei três horas navegando na loja do Kindle escolhendo que título merecia ser o primeiro, e acabei escolhendo um conto de H.P. Lovecraft, O Horror em Red Hook, que custou R$ 2,85. Mas a palavra que melhor definiria a minha primeira impressão do Kindle é: conforto. É confortável de segurar, e principalmente muito confortável de ler, a tela realmente é como papel.
Para quem está em dúvida entre o Kindle e o Kobo, da Livraria Cultura, eu recomendo a leitura desse post do Isaac Sabe, onde a Luara faz uma comparação de todos os aspectos dos dois dispositivos.
Resumindo bastante, as principais vantagens do Kindle em relação ao Kobo é o preço R$ 100 mais barato e o e-mail para envio de conteúdo. E as principais desvantagens seriam o formato proprietário (o Kindle não aceita e-pub) e – essa é impressão minha – a interface, porque achei a do Kobo bem mais bonita, com ícones e tudo mais (além de que você pode comprá-lo branco).
O fechamento é esse curta massa da editora Intrínseca, que aborda as diferenças entre livros x e-books no cotidiano de um casal. Como bem disse o Sérgio, do Todoprosa, o mérito dele é mostrar que eles não se substituem, são diferentes, cada um com seus méritos.
Auto-ajuda
Todo mundo precisa de um pouco de auto-ajuda de vez em quando, né? Ainda mais sendo prática assim.
O Hobbit, o filme depois do livro
É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar.”
Trecho de O Hobbit, de J. R. R. Tolkien, a minha atual leitura, que estou curtindo bastante. Apesar de ser uma experiência estranha ler depois de ter visto o primeiro filme. Eu já sei uma parte da história, e aí fico só comparando com o que vi no cinema, e muitos detalhes são diferentes. O que me leva a pensar o porquê de a produção mudar coisas pequenas, que aparentemente não fariam diferença.
Gostei muito do filme, mas odiei o fato de terem transformado um único livro em três filmes (a saga só acaba em 2014 :/). É comercialmente descarado demais. A única coisa boa é que logo vou chegar na parte da leitura onde o primeiro filme acaba, e aí sim estarei lendo sem pré-julgamentos.











Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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