Elementar, meu caro House no @aprancheta

via aprancheta.com
Para quem está chegando agora por aqui, o blog A Prancheta é um grande parceiro, cheio de gente fera contribuindo. Na coluna que tenho lá, a Menos1nacabeça, escrevo sobre outros assuntos que não caberiam na proposta daqui: cinema, séries de TV, artes plásticas, o que der na telha. Só que o último post, pode sim interessar aos leitores do Menos1naestante, principalmente aos fãs do detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle.
É que publiquei um artigo que escrevi na pós-graduação, onde faço um paralelo entre o clássico investigador Sherlock Holmes e o genial decifrador de diagnósticos House, da série de TV, dois personagens dos quais sou fã.
Antes, tinha visto alguns textos simples comparando um ao outro na internet, mas foi muito interessante pegar contos de Sherlock – que, pasmem!, foi adaptado mais de 200 vezes para o audiovisual – e encontrar características óbvias ou nem tanto nas histórias do médico que todo mundo queria ter.
Se você também é fã do livro e da série, conte o que achou.
Tarântula e o filme de Almodóvar
A Pele que Habito, de Pedro Almodóvar, é uma mistura certeira de uma das histórias mais bizarras que já me foi contada com um dos melhores filmes da vida. É realmente indispensável. Daí, não pensei duas vezes para postar essa imagem que vi no O Silêncio dos Livros.
Ler é uma coisa que essa personagem faz muito, já que ela vive trancafiada num quarto numa espécie de experimento vivo de um cirurgião plástico para conquistar a pele perfeita. Como acontece com a maioria dos filmes de Almodóvar, pensei que era um roteiro original, mas eis que é baseado em uma obra literária, Tarântula, do francês Thierry Jonquet, que faleceu em 2009.

E o ano novo? Começando devagarinho.
Leia o livro, veja o filme? 102 opções brasileiras
Lavoura Arcaica (foto) eu assisti. Lindo, denso, imperdível por si só.





Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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