Entrega em domicílio: locadora de livros no Recife
Enquanto as locadoras de DVDs estão fechando, quem mora no Recife, Olinda e Jaboatão tem à disposição um serviço de aluguel de livros. Você escolhe o título que quer pelo site da Loc Livros, e eles entregam na sua casa ou no trabalho, e depois vão buscar. O orgulho é grande de ver coisas tão legais assim na minha cidade, viu?
Dei uma olhada no site, e o acervo é bom, encontrei rápido muita coisa que eu alugaria. Também achei os preços interessantes. Para passar a semana, você paga R$ 3 (Recife) ou R$ 4 (Olinda e Jaboatão), e cada dia de atraso custa R$ 0,50. Só não dá para enrolar na leitura, porque cada livro fica com o cliente por no máximo um mês.
O negócio é da admnistradora de empresas Célia Leal, que viu o filão e decidiu investir. Na matéria, ela conta que está sempre ligada nos lançamentos e nos best-sellers, para não faltar as novidades para os leitores. É isso aí.
Foto de Let ideas compete.
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Bookyard: algo como o paraíso dos leitores
No meu paraíso, teria uma biblioteca ao ar livre assim. Só que num parque ainda mais bonito, e em estantes ainda mais encantadoras. Mas a que você vê na foto é de verdade, e isso é o que vale. A obra do artista italiano Massimo Bartolini, em Ghent, na Bélgica, desperta em todo o leitor o desejo do teletransporte.
O nome da biblioteca montada até 16 de setembro é Bookyard, e faz parte festival de arte TRACK. E o melhor é que os visitantes podem pegar emprestado ou comprar os livros das prateleiras repletas. Devia ou não devia ser permanente?
Dica de Lívia. Foto de designboom, Stijn Hosdez e emmapatsie .
Pequenas (e fofas) bibliotecas gratuitas
O projeto Little Free Library é uma fofura. E mas do que isso é uma linda iniciativa de democratização do livro. As pessoas constróem nos seus jardins pequenas cabines como essas e as enchem de títulos, que ficam disponíveis pra quem quiser pegar um. Devem ser devolvidos depois da leitura pra que outras pessoas curtam. O slogan é “Take a book, return a book”.
A primeira Little Free Library foi construída por Todd Bol, em Wisconsin, EUA, no ano de 2009, como homenagem à mãe, que era professora. Desde então, não é uma nem dez, são mais de 1.500 dessas “bibliotecas de jardim” espalhadas pelo mundo, mais especificamente em 20 países. Além de promover o amor à leitura, e de unir pessoas muito diferentes na construção das estruturas, o projeto teve um desdobramento muito legal. O GIFT (Give It Forward Team) é uma equipe que apóia a construção das mini-livrarias em comunidades que não podem bancá-las.
Há um mapa no Google Maps que reúne as iniciativas pelo mundo, a maioria está nos Estados Unidos.
Então o primeiro pensamento é: isso não daria certo no Brasil. Tenho minhas dúvidas, sempre corre o risco absurdo da casinha ser pichada ou depredada, mas ainda assim acho que vale a pena. Para provar o contrário, o dono do Livros e Afins decidiu trazer o projeto pra o Brasil, e criou uma minibiblioteca livre em Curitiba. Tudo indica que o projeto vai de vento em popa por lá.
Fica a dica pra gente, pra mim, pra você, movimentar uns pauzinhos, unir forças (um marceneiro, alguns amigos, iniciativa privada) e ir espalhando essa ideia.
Vi aqui informações e as três primeiras fotos. Dica da leitora Lívia Machado.
Foto da minibilioteca de Curitiba daqui.
Bibliotecas do mundo #1
Os livros gigantes das fotos acima são simplesmente a fachada da Kansas City Public Library, que fica no estado do Missouri, nos Estados Unidos. Incrível, não? É a biblioteca central do lugar. Assim que eu vi a foto dela na fan page do Livros e Afins, a inseri na lista dos meu top lugares obrigatórios para visitar.
Ao longo da parede do lugar, estão emoldurados 22 títulos simbolizando a variedade dos interesses de leitura. Não à toa, o prédio é constantemente citado entre os mais originais do mundo. E vejam que dentro também é um espetáculo.
Digam se vocês também ficaram mal.
Vejam outros recantos literários pelo mundo.
Fotos de Chris Murphy e de Michael Sauers
20 bibliotecas para admirar
via flavorwire.com
Fotos de ambientes lindos com livros, definitivamente, não me cansam. Então na série de listas impagáveis do Flavorwire, apareceu essa de 20 bonitas bibliotecas pessoais e particulares. Lá, tem a biblioteca de George Lucas e a de Neil Gaiman, por exemplo. As minhas preferidas são sempre as que juntam uma vista prazerosa (de mar, de floresta, de paisagem) e um lugar confortável pra se afundar com um livro, como essa poltrona aí em cima.
Como é o seu ambiente preferido?
Via Tarrask.
Paisagem urbana com livros ao alcance da mão e do bolso
Um dia desses estava caminhando pelo calçadão de Boa Viagem quando me deparei com um orelhão. Gastei um bom tempo me perguntando: alguém ainda usa isso? Até a minha adolescência, a gente matava e morria por um desses, pegava fila no sol para falar com alguém se tivesse fora de casa. Mas hoje celular é mais popular que RG, pessoas de qualquer renda têm pelo menos um pré-pago. Cheguei à conclusão que emergencialmente, no entanto, qualquer pessoa pode precisar e é bom que eles estejam lá. Genial é quando chega um arquiteto inteligente, percebe a oportunidade, e dá uma nova função à cabine eletrônica.
Foi o que John Locke fez com alguns desses espaços em Nova York, criando mini-bibliotecas, um ponto de livre compartilhamento de livros. Pode parar e ler, pode pegar, pode colocar outro. A nobre ideia faz parte de um projeto maior, que tem o intuito de dar novos ares para quase 14 mil cabines da cidade. O melhor é que se você for no site do Locke, de onde tirei essas imagens, vai ver que não tem nada de mirabolante, é uma solução simples e barata. O resto é com a população.
Um pouco mais perto, em São Paulo e no Rio de Janeiro, também temos uma iniciativa louvável juntando as tags livros + espaço urbano: o projeto da empresa 24×7, que vende livros por meio de máquinas instaladas em estações de metrô. A qualquer dia, a qualquer hora, por isso o nome. O mais interessante é que agora as vendas são no melhor estilo pague-o-quanto-quiser!
Como as máquinas só aceitam cédulas, você escolhe entre R$ 2 e R$ 100 por um dos títulos. No Facebook (ainda não curtiu nossa página?), a leitora Carolina Benozzato, de SP, disse que viu muitas e garantiu que funciona (a gente sempre duvida, né?), com opções diversas como culinária, curiosidades, literatura, para todo tipo de leitor.
Uma desculpa para viajar (ou as livrarias mais bonitas do mundo)
Um ambiente convidativo para entrar, ficar e abrir um livro é o que uma livraria pode ter de mais digno. Além do básico preços acessíveis e bons títulos, claro. Se esse lugar tem ainda um clima de “deixe a imaginação viajar” quando você começa a ler algumas páginas, torna-se irresistível. Coloque um bom café junto e temos a visão de um paraíso, onde comprar livros é a mais pura consequência.
O Flavorwire fez uma lista de 20 lugares (que parecem) assim no mundo, as mais bonitas livrarias. Peguei quatro fotos das que eu achei especiais entre as especiais, mas vale muito a pena dar uma olhada nas outras 16. De todas, só conheço uma, a Shakespeare & Co, em Paris. Deveria existir um super pacote de viagem com direito a tour por todas essas 20 belezinhas, não acham?
Dica de Tarrask.
#Publicidade #Mídiassociais e #Livros

via neatorama.com
Se todo mundo passa o dia todo hoje no Facebook, Twitter, YouTube, e outras mídias sociais (como eu), então é lá que se devem resgatar os leitores. Deve ter sido mais ou menos esse o raciocinio desses anúncios que tiram uma onda com esses tempos de #LuizaestánoCanadá, da Milwaukee Public Library, em Wisconsin, EUA, e convocam as pessoas a enfiarem a cara nos livros.























Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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