Erupção de livros
Psicologicamente, esse é o retrato de como me sinto em relação à minha estante (não é à toa que eu tenho esse blog, meu povo!). Não tenho esses livros todos, mas se pensar na quantidade que ainda quero ler nessa vida, é angústia para todo o sempre.
A instalação artística provoca visitantes e profissionais da agência de publicidade nos Estados Unidos que a sedia, a VIA Advertising Agency. Criação do Wary Meyers.
Um restaurante lúdico inspirado em Lewis Carroll
É incrível como a obra mais famosa de Charles Lutwidge Dodgson, ou melhor, Lewis Carroll, repercute ainda tão intensamente hoje. É até complicado contar quantas coisas foram criadas inspiradas em Alice no País das Maravilhas. Filmes, música, livros, fotografias e restaurantes.
Sim, eu não sabia – descobri aqui no site da Lab K - mas são quatro restaurantes Diamond Dinning em homenagem a Alice no País das Maravilhas. Esse das fotos é o 4°, e fica em Tóquio. Um desafio bem executado pelo estúdio de design japonês Fantastic. O filme de 1951 é a maior inspiração do espaço de 2 mil metros quadrados.
Um pouco do lúdico e do criativo para esta sexta-feira.
Como é a sua leitura?
Terei dificuldades de encontrar melhor representação gráfica do que significa o ato de ler do que essas. Alguém tem dúvidas de que o designer búlgaro Mladen Penev, criador das peças acima, é um leitor voraz? Só sentindo na pele para captar como uns livros deixam a gente leve e outros desencadeiam um monte de ideias criativas, e há ainda aqueles que parecem agarrar a gente com tentáculos. E, meu amigo, se a obra não lhe envolve a ponto de você sentir nada em relação a ela, melhor fechar o livro e abrir outro. O trabalho genial eu encontrei no blog do Almir de Freitas.
Com criatividade, uma estante

Quando duas pessoas dizem que a mesma tal coisa legal é a cara do Menos um na estante, só me resta postar. Em momentos diferentes, Adelmo e Rapha, cujos tumblr e blog, respectivamente, são ótimos, enviaram o link desse anúncio da Ikea, marca cujo negócio é vender móveis e artigos de decoração. Mas eu queria mesmo é que tivesse um passo-a-passo ensinando a montar uma estante assim, de livros e para livros.
As cores e formas de Thurlby
No blog dele, Paul Thurlby conta que segura a caneta dele de forma engraçada, mas que funciona muito bem para ele. Não faço ideia do que seria o jeito certo de um ilustrador segurar a sua caneta, mas acredito que essa peculiaridade seja o sazon de ilustrações tão marcantes. Numa arte retrô-moderna, o negócio dele é pegar papéis, livros, cartões postais antigos e criar em cima. O achado é culpa de Dulce.
Parede literária
Imagina pegar os seus trechos de livros preferidos, os mais inspiradores e colocar na sua casa, numa parede linda assim, até o teto? Duvido que alguém entre nesse ambiente e não pense em abrir um bom livro. Essa aí Dulce achou no Styleathome.com.
Uma xícara de café quente

É o que eu também desejo pra você começar a semana, afinal, tem coisa mais aconchegante? Se você não é chegado na bebida, vai um bom dia e boa semana mesmo. Quem quiser me dar o pôster de presente, fique à vontade ;) É da Etsy, e fica bem na cozinha, na sala, na biblioteca.
Livro + relógio: uma agonia

Foi tanta identificação com essa foto, que eu estou aqui postando ela às 2h da madrugada. Amanhã serei pura cantiga de ninar. A ideia dos livros registrando o passar das horas, o passar do tempo e eles continuam lá na estante para serem lidos. Prioridades, procrastinação, preguiça. Pode dar o P que quiser, ou a falta dele, o certo é que é uma luta constante. Uma agonia.
No fim de semana, eu decidi me desapegar e simplesmente ler o que eu estava a fim: A mulher de vermelho e branco, do Contardo Calligaris, que ganhei de aniversário. Deixei um pouquinho o Vargas Llosa de molho. Mas não me arrependi pois de uma sentada só li 60 páginas, e fazia tempo que isso não acontecia. Depois conto mais.
Por sinal, o Calligaris vai participar de um bate-papo no 9o Festival Recifense de Literatura – A Letra e a Voz, no sábado (27/08), na Livraria Cultura.
Ah, o livro-relógio foi dica de Dulce e está à venda na Amazon. É obra do Shokoofeh Z. Dezfuli.















Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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