Todo o charme da leitura
Essa sequência de gifs animados comprova: ler é super charmoso, além de todas as outras coisas. O que será que a moça lia tão interessada? Coisa linda achada no Book Porn para dar o start na semana.
UPDATE: São cenas do filme Anna, uma comédia musical francesa de 1967. Informação legal da leitora Brunna.
Faça como a Jennifer Lawrence
O negócio é fazer como a Jennifer Lawrence, de Jogos Vorazes e Inverno da Alma: ter sempre um livro à mão para aproveitar qualquer tempinho livre, ou um intervalo entre uma cena e outra. Simpatizo muito com a atriz, não sei ao certo se porque vou com a cara dela ou com a dos personagens que ela tem incorporado, e bem. Ela tem 21 anos e é A Queridinha mais durona, segundo esse ótimo perfil na Rolling Stone.
Do BookPorn.
Sobre formação de leitores e libido
Esse gráfico, mais convincente pra mim do que muitos que vi nas aulas de matemática e física, me lembrou o post do Sérgio Rodrigues sobre palavras muito sábias do escritor Milton Hatoum. Basicamente, destacando algo que a gente vira adulto e esquece: como a libido é algo presente e determinante na formação doa jovens leitores. Leiam lá, leiam.
Seminário do Livro, Leitura e Literatura
Hoje é o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor e, coincidentemente ou intencionalmente, tem um evento bem legal que começa a rolar no Recife. O I Seminário do Livro, Leitura e Literatura acontece nesta segunda (23) e terça-feira (24), com o objetivo de debater temas ligados à cadeira produtiva do livro. Não vou poder ir por conta do horário, mas aposto que vão rolar discussões interessantes. Se puderem, inscrevam-se logo gratuitamente pelo literatura.secultpe@gmail.com, apareçam lá e me contem como foi.
Começa no Teatro Arraial, às 14h, com uma mesa que une o editor do ótimo jornal Rascunho, do Paraná, Rogério Pereira, o jornalista do Suplemento Pernambuco Schneider Carpeggiani e o editor do programa Café Colombo, Eduardo César Maia. O tema, mediado por Cristiano Ramos, do NotaPE, será “Literatura, mídia e (in)visibilidade”.
Gasta de tanto acostumar
Pronunciando cada palavra com uma firmeza desconcertante, Antônio Abujamra faz a gente não querer mais se acostumar com nada nessa vida. No vídeo do programa Provocações, ele dá vida ao texto Eu sei, mas não devia, de Mariana Colasanti. Caberia bem um “a gente se acostuma a deixar os livros empoeirados na estante e as leituras para depois”, entre outras “acostumações” de leitores. Você citaria uma nos comentários?
Vídeo chegou no meu e-mail por Tiago Martins.
Livro + relógio: uma agonia

Foi tanta identificação com essa foto, que eu estou aqui postando ela às 2h da madrugada. Amanhã serei pura cantiga de ninar. A ideia dos livros registrando o passar das horas, o passar do tempo e eles continuam lá na estante para serem lidos. Prioridades, procrastinação, preguiça. Pode dar o P que quiser, ou a falta dele, o certo é que é uma luta constante. Uma agonia.
No fim de semana, eu decidi me desapegar e simplesmente ler o que eu estava a fim: A mulher de vermelho e branco, do Contardo Calligaris, que ganhei de aniversário. Deixei um pouquinho o Vargas Llosa de molho. Mas não me arrependi pois de uma sentada só li 60 páginas, e fazia tempo que isso não acontecia. Depois conto mais.
Por sinal, o Calligaris vai participar de um bate-papo no 9o Festival Recifense de Literatura – A Letra e a Voz, no sábado (27/08), na Livraria Cultura.
Ah, o livro-relógio foi dica de Dulce e está à venda na Amazon. É obra do Shokoofeh Z. Dezfuli.
Dica do anão de Game of Thrones
Falou e disse, não? A série é muito boa, estou 100% viciada. O anão Tyron Lannister é fascinante, porque sofre preconceito por causa da sua condição, mas aprendeu a tirar proveito dela.
Ah, você conhece o canal do Menos um na estante no YouTube?













Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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