O livro da vida
O rabino Yossi Raichik dedicou boa parte da sua vida a minimizar os efeitos que o desastre de Chernobyl teve sobre a vida de milhares de crianças. Foi o amado diretor da fundação Chabad’s Children of Chernobyl. E foi em homenagem a ele que o artista David Kracov criou a escultura em metal “Livro da Vida”, de onde explodem incontáveis borboletas, representando as mais de 2,5 mil crianças cujas vidas ele salvou e ajudou a melhorar.
Para começar a semana inspirado.
Vi na Obvious.
David Stark: a vida é uma série de histórias

via designsponge.com
Só vale pegar páginas de um livro e fazer outra coisa se for bem legal. Pra mim, David Stark passou no teste. Ele fez essa série, com o tema “Life is made up of a series of stories. You are an important part of mine”, para um evento em Washington. Para deixar o fim de semana mais lúdico.
Outras formas legais de livro-arte.
Invencionices: transformar livro em bolsa
Além de leitora, eu sou, sim, uma fetichista do livro. Então até fiquei curiosa quando a Revista Bula colocou o link: como transformar livro em bolsa. Mas quando vi o vídeo: que invenção! Foi uma das únicas – senão a primeira – coisas que fizeram com livros que eu não gostei, até agora. É um trabalho enorme para um resultado sem graça. Mas pode ter quem goste.
Atualização (25/01): na página do blog no Facebook, a Mariana Leal postou um link sobre a mais nova tendência entre as famosas, que é usar bolsas confeccionadas com capas de clássicos da literatura. Meio over, não?
Livro-arte: palavras entre palavras
Tem muita gente inventando arte com os calhamaços antigos, héin? Os recortes que formam palavras entre as palavras são de Isaac Salazar, no projeto Book of Art. Quem mandou pra mim foi Dulce (quase a colaboradora oficial) depois de ver no Likecool.
Livro que dá em árvore

Quase não acreditei que eram todos livros. Legal, né? A criação é do artista colombiano Federico Uribe. Eu vi aqui.
Livro-arte e fotografia: esse Thomas Allen é um danado
Impressionante como tem gente que faz coisas fantásticas com os livros, que não é lê-los. O norte-americano Thomas Allen está no meio. No caso dele, são dois talentos: livro-arte e fotografia. Além das pequenas esculturas criadas a partir de recortes de capas vintage, na maioria das vezes, ele abusa de recursos como a iluminação para causar os efeitos de profundidade e dramaticidade desejados nos cliques.
Uma pergunta que não consegui responder foi: com livros muito bons, vale fazer isso?
Ele tem um blog.
Ok, nem sempre livros são para ler
Em geral, eu não curto essas finalidades estranhas que alguns arranjam para os livros. Livro é para ler. Cortar, rasgar, picotar: não! Mas à arte com livros de Mike Stilkey não dá, não dá mesmo, para resistir. No próprio ebooksgratis tem mais algumas imagens para quem babou também.
Ah, Dulche que me mandou.













Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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