Dos melhores quadrinhos: Fracasso de Público
Sabe quando você trava na leitura, e uma hora se dá conta de que há meses não abre um livro? Para quem se se encontra nessa situação, e resolvê-la é uma meta para 2013, eu recomendo: recomece por Fracasso de Público. Você naturalmente vai entrar no ritmo da leitura, eu me responsabilizo. É uma série em quadrinhos com três volumes: Heróis Mascarados e Amigos Encrencados, Desencontro de Titãs e, o último, Adeus, todos escritos pelo Alex Robinson.
Conheci graças a Rick (A Prancheta), que insistiu para que eu pegasse emprestado os dois primeiros volumes. Se não fosse ele, talvez Sherman, Jane, Ed, Stephen, Irving e Dorothy tivessem passado por mim sem que eu percebesse. Antes de começar a ler, só sabia que tinha um personagem que trabalhava em livraria, com todas as agruras que isso traz.
Fracasso de Público aborda o dia a dia de um grupo de amigos em Nova York e seus dramas pessoais, recortes de suas comédias e tragédias. É difícil dizer o que é mais legal na série, se é a identificação automática com os personagens: jovens adultos batalhando para se sustentar, sem querer perder os sonhos de vista. Problemas universais, individualismo, as angústias da geração, está tudo lá.
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Dividindo a atenção, ou não
Quadrinhos do Doghouse Diaries, para começar a semana achando graça. Um achado do Oswaldo Gama Jr.
Leitores andam ocupados demais
Um tapa na cara da sociedade. Eu menos preciso perder menos tempo no Facebook e passar mais tempo lendo. Fato. E você, se identifica?
Vi aqui, dica de Natali, que sempre acha as melhores tirinhas.
Viva às baboseiras
É engraçado, mas imagina como seria sem graça se os contos fossem assim mesmo? Ainda bem que os contos são cheios de baboseiras. Lembro bem do dia, no meio dos meus estudos literários, em que eu me dei conta do quanto é importante o miolo das histórias, pois é pelo desenrolar das situações e pelo desenvolvimento dos personagens que a gente se identifica, se comove ou mesmo muda um ponto de vista.
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Você vai acabar gostando
Você sabe que horrores estão escondidos num livro? Cuidado, não chegue muito perto se não você pode gostar. Bem divertido os quadrinhos do Grant Snider, que já passou por aqui pelo Menos um na estante outras duas vezes.
Uma fuga que seja
Nenhum problema é tão complicado que não dê para fugir dele. Sábio Linus. É por aí, e não tem nada demais em ler para esquecer os problemas. Só não vale ler coisas muito ruins.
Leitura para o verão
O quadrinista Grant Snider pegou alguns grandes títulos da literatura e representou em quadrinhos. A indicação é de leitura para o verão, mas a verdade é que é para qualquer época do ano. No www.incidentalcomics.com, Snider coloca outras coisas bem legais. Vale a visita.
Vamos ter uma semana mais leitora do que nunca? ;)
Frisson do momento: Fracasso de Público
Grande leitora de quadrinhos eu não sou, mas de vez em quando curto fazer umas incursões. Os fãs de quadrinhos que me lerem vão me achar uma boba, mas fico ainda super-ultra-deslumbrada quando eles são sobre a vida real. Os resquícios de quem passou a infância toda lendo Turma da Mônica e sendo feliz. O deslumbre foi assim com Maus, do Art Spiegelman, que é absurdo de bom ao contar a história de uma família judia em meio ao holocausto. E aí me deparo também com a série Fracasso de Público (no original, Box Office Poison), do Alex Robinson, dividida em três volumes: Heróis Mascarados e Amigos Encrencados, Desencontro de Titãs e Adeus.
Só comecei a ler por causa de Rick, o craque de cinema do A Prancheta, que insistiu em me emprestar os dois primeiros volumes por causa de Sherman, o personagem livreiro. Devorei os dois e ontem corri na livraria pra comprar o Adeus, já um pouco saudosa. Depois de ler o terceiro livro, vou falar com propriedade aqui. Mas até agora a melhor definição para a série, eu encontrei na contracapa de um deles: “Um épico do cotidiano”. Recomendadíssimo. Entendam melhor vendo o trailer do primeiro livro acima, e Sherman pensando alto sobre seu relacionamento, abaixo.
Valeu, Rick!











Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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