Lula Falcão fala sobre a #tuiteira
Com esse depoimento de Lula Falcão sobre o seu livro de estreia na ficção literária, eu abro a seção de vídeos do Menos um na estante. Ideia que eu tinha há tempo na cabeça, para deixar o blog mais multimídia. Como tudo que é primeiro, se faz necessário um desconto na qualidade, na tremedeira, só para começar. É fazendo e aprendendo.
Na última terça-feira, o jornalista lançou Todo dia me atiro do térreo #tuiteira. Além do respeito pelo profissional que tem passagens por veículos como Veja e O Estado de São Paulo, eu simpatizo com o @_LulaFalcão, com quem troco alguns tweets eventualmente. E é justo uma tuiteira a personagem da obra, uma mulher de 35 anos com a vida vazia, cheia de @@@.

Se o livro for bom na mesma proporção em que a capa é linda, certamente é um sucesso. Eu tenho ótimas expectativas.
Dominó e livros: a maior diversão
É o comercial de uma livraria norte-americana, a Bookmans. O filme se acha naquilo que é unânime encontrar em todo leitor: o fetiche pelo objeto livro. Fico pensando como será possível manifestar isso daqui a uns dez anos? Afinal, não dá para fazer um dominó de e-readers.
O que pode ser melhor do que me aconchegar aqui com você?
Ah, finalmente consegui recortar esse trecho de Direito de Amar(A Single Man, 2009) para colocar aqui. Primeiro que é uma cena linda do filme, tão sensível, requintado, fato para o qual pesa a mão do diretor estilista Tom Ford. Segundo que quebra de forma delicada aquela imagem de que a leitura é um ato solitário.
Não parece uma ideia tentadora ler de pernas entrelaçadas no sofá, trocando divagações? Ele lê A Metamorfose, de Kafka, e ele lê Bonequinha de Luxo, de Capote.



Márcia Lira. Leitora, blogueira, digital planner, jornalista, viciada em séries e em cinema, não vive sem gente.


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