Tatoos que dão vontade de ler (ou escrever)

Publicado por em 2/07/2014 | 2 comentários

Foto Donick / Contrariwise contrariwise.org

Tatuagem é um negócio muito massa, você poder gravar em seu corpo desenhos ou grafias que expressam o que você é. Só não fiz ainda porque não achei exatamente o que tatuar, mas sempre fico admirando bonitas. Quando elas são sobre escrever, ler e todas as variações disso, aí é que eu fico hipnotizada mesmo. Particularmente, tatoos de palavras e frases com fontes lindas me agradam em cheio. Por isso escolhi as melhores das 3o tatuagens perfeitas eleitas lá no Buzfeed pra enfeitar um pouco esse blog. [ATUALIZAÇÃO] Lá no Facebook do Menos um na estante mesmo, a leitora Dardânia mandou a foto da tatoo literária dela: um Mafalda no pulso. Só melhora o post. Se você também tem uma tatoo que tenha algo a ver com livros, leitura, literatura, não hesite em mandar uma foto pra enriquecer esse post, tá? Pode ser por mensagem no facebook ou pelo email contato@menosumnaestante.com. ;) Tatoo - Dardânia Camargos

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1984, por Júlia Cortizo

Publicado por em 1/07/2014 | 2 comentários

1984 - George Orwell

Não é todo dia que somos convidados a uma missão. Na verdade, depende. Se você trabalha com a Márcia, do Menos um na estante, você, certamente, terá uma nova missão todos os dias, mas o normal é que você não tenha (risos). No momento em que a Márcia me convidou para fazer um post sobre George Orwell e seu livro 1984, eu senti nos ombros uma responsabilidade sem igual. Falar sobre um livro lendário é no mínimo uma missão de grande risco, mas que eu resolvi enfrentar. Então, preparados para a missão? Vamos lá!

Orwell é nada mais nada menos do que ousado e corajoso, quebrou as barreiras de sua época, falou sobre assuntos indiscutíveis, criticou pessoas e momentos incriticáveis e por isso mesmo é um dos autores mais lembrados, apesar de tantos anos de sua morte. Na verdade, a sua ousadia começa pelo seu nome, para quem não sabe, George Orwell se chamava Eric Arthur Blair e utilizava um pseudônimo para escrever de maneira mais confortável e sem se comprometer tanto com seus questionamentos. A maioria de suas obras – já li duas – tratam os temas com um humor inteligente e costuma tocar em profundas feridas das injustiças sociais.

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Hemingway comemora

Publicado por em 30/06/2014 | Deixe um comentário

ernest hemingway

“Manda mais uma porque não tá fácil aguentar a emoção nessa Copa”, diria Ernest Hemingway.

Só pra dar um #vaibrasil, #tamojunto, #copadascopas e amenizar um pouco a ausência por aqui. Chile foi, que venha a Colômbia. o/

Foto muito massa do autor Twitter @HistoryinPics. Dica de Dulce.

Sobre exercícios

Publicado por em 26/05/2014 | Deixe um comentário

Exercícios

Via Natali.

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Feliz Dia da Toalha

Publicado por em 25/05/2014 | Deixe um comentário

Dia da Toalha

Hoje é o famoso Dia da Toalha ou Dia do Orgulho Nerd, ou os dois, pra quem prefere. Quando todos os fãs espalhados pelo mundo do Guia do Mochileiro da Galáxia, de Douglas Adams, estão na mais perfeita sintonia e comunhão, acompanhados do seu objeto de valor inestimável. Se você é um deles, sabe do que eu estou falando. Se não é, tente acompanhar lendo o trecho em que o livro explica o que uma coisa tem a ver com a outra:

Segundo ele, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.

Daí a expressão que entrou na gíria dos mochileiros, exemplificada na seguinte frase: “Vem cá, você sancha esse cara dupal, o Ford Prefect? Taí um mingo que sabe onde guarda a toalha.” (Sancha: conhecer, estar ciente de, encontrar, ter relações sexuais com; dupal: cara muito incrível; mingo: cara realmente muito incrível.)

Foto do BookPorn.

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Confissões de um Cafamântico, por Elisa Lacerda

Publicado por em 22/05/2014 | Deixe um comentário

No mês de março, ganhei um livro de presente de aniversário da minha melhor amiga, escrito pelo melhor redator publicitário e blogueiro do Brasil – eleito por mim – Ricardo Coiro. O livro se chama Confissões de um Cafamântico. Como sempre acompanhei os trabalhos de Coiro pelos blogs que ele escreve, nem pensei duas vezes pra começar a lê-lo. Esperando uma leitura com uma história de amor totalmente perturbadora, cheia de idas e vindas ou coisa parecida, na primeira linha do livro o enredo me conduz a uma narrativa completamente diferente. O livro é composto por 19 verbetes sentimentais (amor, mentira, vaidade, paixão, tesão, saudade, alegria, etc) e várias crônicas que definem o que é ser um Cafamântico na cidade de São Paulo – onde nasceu e vive o escritor.

confissões de um cafamântico - ricardo coiro

Sou louca por leitura de crônicas, por pessoas que gostam de escrever sobre outras pessoas, sobre relacionamentos… PROONTO! Perfeito, Ricardo Coiro é bem assim, ele brinca com o caos sentimental, com as palavras e as transforma em poesias de mesa de bar, cheias de cinismo. Então, se é disso que você também gosta, é isso que você vai encontrar neste livro. Fazia tempo que eu não lia algo que surpreendesse tanto, que me mostrasse outros conceitos do que já nos é óbvio e rotineiro.

confissões de um cafamântico - trecho

Não quero me estender mais um pouco pra não estragar a surpresa. Mas, pode abrir o livro em qualquer página que lá, com certeza, – isso eu garanto – você encontrará uma brecha de identificação em alguma linha.

+ Mais sobre o escritor em:

www.casalsemvergonha.com.br
www.entendaoshomens.com.br
www.revistacatwalk.com.br
superela.com

 

Elisa LacerdaColaboração: Elisa Lacerda

Publicitária. Diretora de Arte. Olinda. Música. Crônicas.

Encontre Elisa no Facebook.

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Fofura da semana: bebê lendo

Publicado por em 20/05/2014 | Deixe um comentário

O vídeo não é novo, mas se você já viu não vai ser esforço nenhum assistir novamente. A coisa mais fofa do mundo. A bebê que lê e ri com o seu pai, muito provavelmente influenciada por ver os pais com livros ou jornais abertos com frequência. Pra semana ficar ainda melhor.

Via Elisa.

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5 livros para presentear no Dia das Mães

Publicado por em 9/05/2014 | Deixe um comentário

Tem muita gente que não gosta do Dia das Mães e outras datas, por ser comercial e tudo mais. Não penso assim. Na minha cabeça, é mais uma ótima oportunidade pra fazer um carinho por esta pessoa tão especial e importante na minha vida, que é a minha mãe. Pra quem também pensa assim, uma proposta: por que não um livro no domingo? Talvez seja a oportunidade que faltava, o empurrãozinho pra ela ler um pouco, voltar a ler ou ler mais.

Pra ajudar, separei 5 indicações bem pouco arriscadas. Nem todas eu li, mas gostaria muito de tê-lo feito. Imaginei os mais diferentes tipos de mães, e acho improvável que a sua não se encante por nenhum. Dê uma conferida e veja se você se inspira, se concorda: aceitamos mais sugestões nos comentários.

Se presentear a sua mãe com o livro, não deixe de marcar a foto dela no Instagram com a hashtag #menos1naestante.

 

Cem Anos de Solidão - Gabriel Garcia MarquezCem Anos de Solidão, Gabriel Garcia Marquez
Posso dar motivos isolados pra você escolher esse livro. É a história de uma grande matriarca, Úrsula, e gerações da sua família. O escritor é Nobel de Literatura, falecido há menos de um mês. É apenas considerado um dos maiores livros da literatura latinoamericanda, ao lado de Dom Quixote. Ou posso dar todos esses motivos juntos.


 

Fim

 

Fim, Fernanda Torres

Se a sua mãe nunca abre um livro, mas adora TV, ela vai ter curiosidade de ver o que a danada da filha da Fernanda Montenegro escreveu. Sim, aquela ótima atriz que faz rir fácil na série Tapas & Beijos. Esse livro que tem surpreendido e arrancado elogios da crítica literária. É a minha atual leitura, e recomendo demais.

 

Minha vida na françaMinha vida na França, Júlia Child
Muita gente gosta mesmo é quando a história é de verdade. Se misturar viagem com a França e ainda o sabor de uma comida boa, soa implacável ou não soa? Júlia Child se mudou para o país da Torre Eiffel sem saber nada de lá e tentando se impor num meio dominado por homens, a gastronomia, em 1948. O filme Julie e Júlia é inspirado nele, um ótimo aperitivo pra o livro.

 

12 anos de escravidão

12 Anos de Escravidão, de Solomon Northup

Ainda para os fãs da realidade, de palavras sobre superação misturadas com História, eu imagino que esse livro seja pra ler de um fôlego só. É o que inspirou o filme ganhador do Oscar 2014, o qual assisti há alguns dias. O autor conta sua história absurda, mas infelizmente comum na época, de como foi sequestrado pra ser escravo.

 

um crime adormecidoUm Crime Adormecido (ou O Caso dos Dez Negrinhos), Agatha Christie
Se tudo der errado, vá de Agatha Christie, que é a “dama do crime”, a escritora que está no Guiness Book por ser a mais vendida do mundo. Entre as cerca de 80 obras dela, este é um clássico. Dez pessoas são convidadas para uma ilha distante e crimes começam a acontecer misteriosamente. Li edição com o título dos negrinhos, mas agora saíram outras com o título original. Curto, simples, mas pega o leitor pela curiosidade e não solta mais.

 

Ah, quase esquecia: não esqueça de entregar com o livro um abraço forte e um “eu te amo” sincero. Feliz momento pra vocês no domingo!

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