Amazon no Brasil: livros físicos custam menos que e-books

Publicado por em 21/08/2014 | 5 comentários

Amazon  no Brasil

Faz tempo que as livrarias acordam no meio da noite tendo pesadelos com este dia: a chegada da Amazon no mercado brasileiro. Tinha uma paquera da gigante americana com o Brasil sim. Uma paquera bem correspondida com a forte atuação na venda de e-books para encher as estantes digitais dos Kindles de cada um, incluindo a desta pessoa que vos fala.

Mas hoje é a chegada oficial da Amazon no Brasil. A partir de hoje, a livraria digital passa a vender livros físicos também. E chegou abrindo o seu espaço com a sutileza de um Godzilla. São apenas 150 mil títulos de livros em português impressos para começar. PARA NOSSA ALEGRIA.

Para dobrar até os leitores mais controlados, frete grátis para compras a partir de R$ 69, e ainda um recurso capaz de deixar o leitor apaixonado de vez. O Leia Enquanto Enviamos vai permitir ao comprador ultransioso de um livro físico baixar a versão digital para começar a leitura enquanto o correio não faz a entrega. Como não amar?

Outra coisa interessante é que começa a ficar mais clara (embora faça menos sentido) a relação livros físicos x e-books. Como você vê abaixo, vários títulos impressos custam menos do que a sua versão digital. Como isso acontece? Todo mundo sabe que um livro físico sai beeeem mais caro do que um digital. Enquanto um e-book precisa passar por revisão e edição, um título impresso precisa passar ainda por impressão, armazenamento e distribuição.

Livros físicos mais baratos que e-books

E você pretende inaugurar a livraria online? Em caso positivo, conta pra gente como foi a sua experiência. Coloca aí nos comentários, manda um e-mail para contato@menosumnaestante.com ou conta lá no Facebook do Menos um na estante.

Ah, caso você fique em dúvidas: isto não é um publieditorial. ;)

 

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Tatoos que dão vontade de ler (ou escrever)

Publicado por em 2/07/2014 | 2 comentários

Foto Donick / Contrariwise contrariwise.org

Tatuagem é um negócio muito massa, você poder gravar em seu corpo desenhos ou grafias que expressam o que você é. Só não fiz ainda porque não achei exatamente o que tatuar, mas sempre fico admirando bonitas. Quando elas são sobre escrever, ler e todas as variações disso, aí é que eu fico hipnotizada mesmo. Particularmente, tatoos de palavras e frases com fontes lindas me agradam em cheio. Por isso escolhi as melhores das 3o tatuagens perfeitas eleitas lá no Buzfeed pra enfeitar um pouco esse blog. [ATUALIZAÇÃO] Lá no Facebook do Menos um na estante mesmo, a leitora Dardânia mandou a foto da tatoo literária dela: um Mafalda no pulso. Só melhora o post. Se você também tem uma tatoo que tenha algo a ver com livros, leitura, literatura, não hesite em mandar uma foto pra enriquecer esse post, tá? Pode ser por mensagem no facebook ou pelo email contato@menosumnaestante.com. ;) Tatoo - Dardânia Camargos

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1984, por Júlia Cortizo

Publicado por em 1/07/2014 | 4 comentários

1984 - George Orwell

Não é todo dia que somos convidados a uma missão. Na verdade, depende. Se você trabalha com a Márcia, do Menos um na estante, você, certamente, terá uma nova missão todos os dias, mas o normal é que você não tenha (risos). No momento em que a Márcia me convidou para fazer um post sobre George Orwell e seu livro 1984, eu senti nos ombros uma responsabilidade sem igual. Falar sobre um livro lendário é no mínimo uma missão de grande risco, mas que eu resolvi enfrentar. Então, preparados para a missão? Vamos lá!

Orwell é nada mais nada menos do que ousado e corajoso, quebrou as barreiras de sua época, falou sobre assuntos indiscutíveis, criticou pessoas e momentos incriticáveis e por isso mesmo é um dos autores mais lembrados, apesar de tantos anos de sua morte. Na verdade, a sua ousadia começa pelo seu nome, para quem não sabe, George Orwell se chamava Eric Arthur Blair e utilizava um pseudônimo para escrever de maneira mais confortável e sem se comprometer tanto com seus questionamentos. A maioria de suas obras – já li duas – tratam os temas com um humor inteligente e costuma tocar em profundas feridas das injustiças sociais.

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Hemingway comemora

Publicado por em 30/06/2014 | Deixe um comentário

ernest hemingway

“Manda mais uma porque não tá fácil aguentar a emoção nessa Copa”, diria Ernest Hemingway.

Só pra dar um #vaibrasil, #tamojunto, #copadascopas e amenizar um pouco a ausência por aqui. Chile foi, que venha a Colômbia. o/

Foto muito massa do autor Twitter @HistoryinPics. Dica de Dulce.

Sobre exercícios

Publicado por em 26/05/2014 | Deixe um comentário

Exercícios

Via Natali.

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Feliz Dia da Toalha

Publicado por em 25/05/2014 | Deixe um comentário

Dia da Toalha

Hoje é o famoso Dia da Toalha ou Dia do Orgulho Nerd, ou os dois, pra quem prefere. Quando todos os fãs espalhados pelo mundo do Guia do Mochileiro da Galáxia, de Douglas Adams, estão na mais perfeita sintonia e comunhão, acompanhados do seu objeto de valor inestimável. Se você é um deles, sabe do que eu estou falando. Se não é, tente acompanhar lendo o trecho em que o livro explica o que uma coisa tem a ver com a outra:

Segundo ele, a toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.

Daí a expressão que entrou na gíria dos mochileiros, exemplificada na seguinte frase: “Vem cá, você sancha esse cara dupal, o Ford Prefect? Taí um mingo que sabe onde guarda a toalha.” (Sancha: conhecer, estar ciente de, encontrar, ter relações sexuais com; dupal: cara muito incrível; mingo: cara realmente muito incrível.)

Foto do BookPorn.

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Confissões de um Cafamântico, por Elisa Lacerda

Publicado por em 22/05/2014 | Deixe um comentário

No mês de março, ganhei um livro de presente de aniversário da minha melhor amiga, escrito pelo melhor redator publicitário e blogueiro do Brasil – eleito por mim – Ricardo Coiro. O livro se chama Confissões de um Cafamântico. Como sempre acompanhei os trabalhos de Coiro pelos blogs que ele escreve, nem pensei duas vezes pra começar a lê-lo. Esperando uma leitura com uma história de amor totalmente perturbadora, cheia de idas e vindas ou coisa parecida, na primeira linha do livro o enredo me conduz a uma narrativa completamente diferente. O livro é composto por 19 verbetes sentimentais (amor, mentira, vaidade, paixão, tesão, saudade, alegria, etc) e várias crônicas que definem o que é ser um Cafamântico na cidade de São Paulo – onde nasceu e vive o escritor.

confissões de um cafamântico - ricardo coiro

Sou louca por leitura de crônicas, por pessoas que gostam de escrever sobre outras pessoas, sobre relacionamentos… PROONTO! Perfeito, Ricardo Coiro é bem assim, ele brinca com o caos sentimental, com as palavras e as transforma em poesias de mesa de bar, cheias de cinismo. Então, se é disso que você também gosta, é isso que você vai encontrar neste livro. Fazia tempo que eu não lia algo que surpreendesse tanto, que me mostrasse outros conceitos do que já nos é óbvio e rotineiro.

confissões de um cafamântico - trecho

Não quero me estender mais um pouco pra não estragar a surpresa. Mas, pode abrir o livro em qualquer página que lá, com certeza, – isso eu garanto – você encontrará uma brecha de identificação em alguma linha.

+ Mais sobre o escritor em:

www.casalsemvergonha.com.br
www.entendaoshomens.com.br
www.revistacatwalk.com.br
superela.com

 

Elisa LacerdaColaboração: Elisa Lacerda

Publicitária. Diretora de Arte. Olinda. Música. Crônicas.

Encontre Elisa no Facebook.

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Fofura da semana: bebê lendo

Publicado por em 20/05/2014 | Deixe um comentário

O vídeo não é novo, mas se você já viu não vai ser esforço nenhum assistir novamente. A coisa mais fofa do mundo. A bebê que lê e ri com o seu pai, muito provavelmente influenciada por ver os pais com livros ou jornais abertos com frequência. Pra semana ficar ainda melhor.

Via Elisa.

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