Gadget para ajudar na leitura de pessoas cegas

Publicado por em 17/10/2014 | Deixe um comentário

FingerReader – Wearable Text-Reading Device from Fluid Interfaces on Vimeo.

Entre tantos gadgets que chegam no mercado, o FingerReader anima só pelo fato da gente saber que ele está sendo desenvolvido. É uma espécie de leitor de dedo que consegue transformar texto em áudio com o simples passar do dedo por cima (no vídeo acima você vai entender melhor
).

Para deficientes visuais, pode abrir um mundo de possibilidades de leitura de obras que não têm versão em braile e outros textos. E de quebra parece uma solução conveniente para ler livros com tradução de idiomas em tempo real.

Finger Reader

Anel transforma texto em áudio, ajudando na leitura dos cegos.

Apesar de ser um protótipo de pesquisa de uma galera do MIT, ele trabalha algumas questões mais avançadas da usabilidade. Por exemplo, o FingerReader emite uma vibração pra avisar que a linha de texto acabou, ou que teve início outra linha. Também sinaliza que você está tirando o dedo da linha de leitura.

Ou seja, super prático e viável. Resta esperar que a ideia saia do protótipo e chegue às mãos das pessoas que precisam.

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Vi aqui. Acesse o site do projeto.

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Wikipost #5 Descubra ou indique onde doar livros na sua cidade

Publicado por em 14/10/2014 | Deixe um comentário

Perdi as contas de quantas pessoas vieram me perguntar onde doar livros. Seja por falta de espaço, por motivos de mudança, por não querer mais ficar com livros parados em casa, ou mesmo por boa ação, muita gente decide doar. O ruim é que geralmente as pessoas ficam sem saber um lugar que trate bem os livros e os disponibilize para outros. Por isso, decidi abrir um wikipost pra isso.

>> O que é um wikipost literário?

Conto com a sua colaboração para criarmos juntos um super serviço sobre doação de livros, de modo que as pessoas consigam encontrar nas suas cidades locais legais para fazê-lo. Pra isso, lhe peço: se você conhecer um lugar bom para doar livros na sua cidade, indique aí no formulário abaixo com o máximo de informações: nome, telefone, endereço, etc. Na sequência, subo a sua indicação para o post organizando por cidade.

 

>> RECIFE

Biblioteca do Poço da Panela
Endereço: Av. Beira Rio, 22, Poço da Panela, Casa Forte.
Naná (81/8773.3934) ou Boy (81/91261626)
Destino: crianças da comunidade do Poço.

 

 

Faça uma pessoa feliz. :)

tomhanks feliz

Leia outros wikiposts e colabore:

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Dia do Escritor: um minuto de admiração

Publicado por em 13/10/2014 | Deixe um comentário

Dia Mundial do Escritor

Hoje é o dia dos nossos herois. Dos nossos ídolos. Dos que fazem nossos dias de leitura mais felizes. Finzinho do dia, mas não podia deixar de fazer a homenagem ao Dia Mundial do Escritor, neste 13 de outubro. Pra isso, escolhi 8 dos mais interessantes posts sobre escritores que já rolaram aqui no blog para você fazer uns bons minutos de admiração. Pode começar:

    1. Cartazes de frases famosas de escritores
    2. É verão, escritores vão à praia. E também pra cama
    3. Escritor, não desista: a gente te ama
    4. Inclusive, como é mais fácil publicar!
    5. Máquinas de escrever de escritores famosos
    6. Se eles tivessem Instagram
    7. E se não existisse bloqueio criativo? [filme imperdível]
    8. Escritores + criatividade + depressão. Pra fechar, um belo relato da autora de Comer, Rezar, Amar.

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Em 1953, Fahrenheit 451 criticava a redução dos clássicos

Publicado por em 7/10/2014 | Deixe um comentário

Fahrenheit 451 by act of acadia

Clássicos reduzidos para se adaptarem a programas de rádio de 15 minutos, depois reduzidos novamente para uma coluna de livro de dois minutos de leitura, e, por fim, encerrando-se num dicionário, num verbete de dez a doze linhas. Estou exagerando, é claro. Os dicionários serviam apenas de referência. Mas, para muitos, o Hamlet, certamente você conhece o título, Montag; provavelmente a senhora ouviu apenas uma vaga menção ao título, senhora Montag, o Hamlet não passava de um resumo de uma página num livro que proclamava: Agora você pode ler finalmente todos os clássicos; faça como seus vizinhos. Está vendo? Do berço até a faculdade e de volta para o berço; este foi o padrão intelectual nos últimos cinco séculos ou mais.”

A atualidade das distopias escritas no meio ou até no começo do século é sempre surpreendente, por mais que seja batida. É incrível que, já em 1953, ano de publicação de Fahrenheit 451, Ray Bradbury estivesse incomodado com a desvalorização das grandes obras da literatura, de forma a colocar isso na boca de um personagem. O trecho me fez lembrar dos milhares de resumos dos clássicos que você encontra na internet, muletas certas para alunos “obrigados” a ler Machado de Assis, José de Alencar, Guimarães Rosa, etc. E ainda da adaptação dessas e outras grandes obras para os quadrinhos. Não que eu seja contra, adoro quadrinhos – inclusive minhas estreias como leitora foram com A Turma da Mônica. Mas é importante que resumos e adaptações facilitadas sirvam de iscas para as obras originais, precisam vir acompanhadas com a mensagem da importância de ler os clássicos.

O livro é a minha leitura atual, com aquele quê de como é que eu não li esse livro antes? (bem que uma amiga disse). Tô achando a história fantástica, e depois venho contar mais pra vocês.

Imagem de Act of Acadia, daqui.

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Freebook: 38 anos de livros importados + promos

Publicado por em 25/09/2014 | Deixe um comentário

Publieditorial

Loja pop-up da Freebook na galeria E-Arte, em SP.

Loja pop-up da Freebook na galeria E-Arte, em SP.

Com todas as dificuldades e mudanças no mercado de livros no Brasil, é triste demais quando uma livraria fecha e é uma felicidade no momento em que outra abre. O que dizer de uma livraria diferente que completa 38 anos de vida? A Freebook tem esse orgulho e muito pra comemorar. Especializada em livros importados, começou vendendo os títulos para distribuidores e depois abriu a loja física.

Livros no estilo coffee table - aqueles que são tão legais que você deixa em cima da mesa pra decorar a casa – são maioria no acervo, mas a livraria trabalha com todo tipo de importação, de best-sellers, pocket books até os mais técnicos. A gente perde o tempo fácil navegando nos títulos no site, tem tanta coisa diferente. Numa olhada rápida, juntei algumas coisas que eu estou considerando colocar no carrinho:

Livros na Freebook

1. 1000 Record Covers, com uma seleção bacana de capas de discos. 2. You Shouldn’t Have Heard Just What I Seen reúne fotografias de grandes nomes do jazz de NY. 3. Beatles Solo aborda a vida de cada um deles depois do fim da banda, em 1968. 4. Amy, My Daughther é uma biografia escrita pela mãe da cantora.

A livraria Freebook foi eleita a melhor livraria para importados pela revista Época. Foi publicada no Bookshop, classificada entre as livrarias mais legais do mundo. Quem mora em São Paulo, tem duas chances de conhecer a proposta pessoalmente. A primeira, a loja pop-up na E-Arte Galeria (foto no topo). A segunda chance é ir até a loja/depósito na Vila São Francisco, Zona Sul de São Paulo (aberta depois do fechamento da livraria na Rua da Consolação, por conta de falta de estrutura na área). Uma curiosidade é que a Freebook foi inaugurada ainda na ditadura militar, quando havia muita censura em cima dos livros, e por isso foi escolhido esse nome.

Como a data do aniversário é hoje, 25 de setembro, vai ter uma comemoração na loja da E-Arte para a qual todos estão convidados, a partir das 18h. No sábado, as lojas físicas vão ter descontos de até 38%. Na loja online, os descontos são mais generosos ainda: tudo com 20% de desconto, e ainda 70% de desconto nos livros da editora Perseus (acesse com esse link) até o final do mês. Pra completar, tem a seleção de livros para publicitários com desconto.

A melhor livraria para importados pela revista Época chega aos 38 anos com uma série de descontos pra você aproveitar. A começar por uma vitrine especial para os leitores do blog: http://goo.gl/7imjfe. . E ainda: Livros que você não encontra por aí com até 70% de desconto: http://goo.gl/kSREBv. Seleção para publicitários em oferta: http://goo.gl/0tfRBI Conto mais sobre a Freebook, a charmosa loja física e a virtual, no blog: http://goo.gl/wSYmmV

E como se não bastasse, tem uma vitrine especial com descontos para os leitores do Menos um na estante  na Freebook. Não é muito legal? Basta entrar neste link e usufruir: www.freebook.com.br/parceiros/menosumnaestante.

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O menino do Pijama Listrado, John Boyne

Publicado por em 18/09/2014 | 2 comentários

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Este poderia ser até um post normal, sobre um livro normal, personagens normais e coisas do tipo. Só que coisas normais não podem ser criadas por John Boyne, definitivamente. E, como ele é o autor do livro a ser resenhado hoje, a coisa toda deve mudar de figura.

O menino do Pijama listrado é simplesmente um dos livros mais bonitos que já li na vida (e um dos filmes mais bonitos que assisti também). Bonito porque cita, em poucas páginas, a importância da amizade e a inocência humana frente às rivalidades da vida e, sendo, ao mesmo tempo, firme e sucinto.

A história, tida como fábula, se passa na Era do Holocauto e das barbáries contra os judeus e retrata o personagem de 8 anos, Bruno, filho de um comandante militar alemão, que por causa do trabalho, precisa se mudar com a família de Berlim para um campo de concentração em Haja-Vista, na Polônia.

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Como a gente se sente #2 ou Não perturbe

Publicado por em 12/09/2014 | 2 comentários

Sabe quando você começa a ler um livro e pensa: lascou (hahaha)? Você vê que não tem jeito, agora o seu principal objetivo de vida é acabar aquelas páginas. Custe o que custar. Você passa a levar ele debaixo do braço para todo lugar que você vai por puro vício. E não é incomum que as pessoas lhe achem estranho. O ilustrador Nathan W. Pyle criou uma série de gifs animados muito legais para retratar esse momento de total cumplicidade entre livro e leitor (ou seria entre autor e leitor?). Você vê alguns abaixo:

Não tem dia nem noite pra você. O tempo passa e você lá.

Não perturbe 01

Nathan W. Pyle / Via buzzfeed.com

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Os livros infantis que até hoje marcam a nossa vida

Publicado por em 9/09/2014 | Deixe um comentário

Quando crianças, um dos primeiros hábitos que os nossos pais querem desenvolver na gente, é a leitura. Começam com aquelas leiturinhas de fábulas, em que a tartaruga acaba vencendo a lebre e depois querem nos convencer de que ler é o melhor remédio para passar o tempo. O pior é que é verdade, nada mais brilhante do que viajar para inúmeros lugares através de palavras e de histórias de pessoas que, embora não conheçamos, chegam a ser nossos melhores amigos.

Nossas leiturinhas de criança, a gente leva para vida toda, algumas são inspirações dos nossos sonhos e permanecem na nossa maturidade. Tem um livro que li quando criança, que não só mexeu com a minha vida infantil, como perdurou pela minha “adultice”, O Pequeno Príncipe. É este livro meigo, cheio de lições que qualquer criança precisa conhecer e todo adulto deve sempre se lembrar. As lições deste livro, cujo a minha mãe me ensinou ser infantil, permanecem em mim desde que descobri que um chapéu pode ser uma jiboia que engoliu um elefante e é daí que o encanto brota. Os leitores do Menos um, no Instagram, mostraram que as leituras infantis há muito deixaram de ficar no passado de criança. Alice no País das Maravilhas, O mágico de Oz, As aventuras de Pinóquio e Peter Pan acabaram de sair das prateleiras, para entrar em cena. Livros infantis no Instagram

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